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Escolha o mundo em que você quer viver março 27, 2009

Filed under: Sucesso — Mônica Guidoni @ 10:50 am
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Livre-arbítrio! Significa que nós podemos fazer nossas escolhas e essa é uma boa notícia. Aí está a beleza da vida: a de poder escolher o mundo em que queremos viver. Mesmo assim, fazemos escolhas equivocadas. Preferimos um mundo de escassez a um mundo de abundância um mundo de probabilidades a um mundo de possibilidades um mundo de expectativas a um mundo de estimativas. O Mundo da Sobrevivência A luta pela sobrevivência foi (e ainda é) a principal meta da maior parte das pessoas e empresas. Não são poucos os que mordem a isca e caem nessa armadilha. O mundo da sobrevivência é um mundo de escassez, pois se acredita que não existe o suficiente para todos. Não tem para todo mundo, e o que tem é de quem chega primeiro. Daí a competição que vai se acirrando a cada dia até se transformar em predatória, quando um pisa no pescoço do outro para conseguir o que deseja. Também se aposta mais no passarinho que está à mão, e o mecanismo do controle garante o que foi arduamente adquirido. Nada pode ser perdido nem desperdiçado e todas as conquistas devem ser guardadas a sete chaves. A busca da segurança faz com que a fórmula que deu certo se repita. E a repetição assegura a sobrevivência, fechando o ciclo, agora vicioso. As empresas fizeram da sobrevivência uma arte, mas deixaram o seu rastro de sangue. A crença de que não há o suficiente para todos tornaram as pessoas egoístas e moldadas para o trabalho pesado e o sacrifício das outras facetas da vida. A maioria das pessoas é viciada em preocupações, controle, excesso de comando e falta de fé. A maioria de nós tornou-se muito séria e… doentes. Os trabalhadores nos Estados Unidos, por exemplo, consomem mais do que 15 toneladas de aspirina por dia. Essa é a herança da ambição desmedida e da ganância, da disputa de cada palmo do mercado e pela corrida obsessiva em busca do lucro. O Mundo da Riqueza Quando o pensamento está na abundância, não há necessidade de competir. O sol nasceu para todos, a solidariedade toma o espaço do egoísmo. Mentes e corações estão abertos à cooperação, surgem parcerias. O controle é substituído pelo risco, parte integrante da função empreendedora. Se há disposição para o risco, há também chances de criar e inovar em vez de repetir. A inovação completa o ciclo da riqueza. O ciclo da riqueza rompe com a repetição. A crença de um mundo abundante comprova que não existe limitação de mercado, mas limitação de imaginação. A imaginação rompe as barreiras da repetição e, por ser fecunda, nos faz ingressar no reino das possibilidades infinitas. Esse é o novo padrão de pensamento: mente aberta, coração aquecido e pés no chão. Daí emana a energia que trará a riqueza. E não se trata apenas da riqueza material, mas de tudo o que os nossos corações e almas realmente desejam: físico, mental, emocional e espiritual. Crie a sua Própria Realidade A crença de que algo é verdadeiro exerce grande influência no modo como enxergamos a vida e agimos não de acordo com a realidade, mas conforme a nossa percepção de realidade. Uma “verdade” que não é mais verdade funciona como uma bola de ferro acorrentada à perna do prisioneiro. O nosso conjunto de crenças e valores forma a base dos nossos comportamentos. Daí a bola de ferro presa à perna: as crenças levam às percepções, que geram os nossos comportamentos que, por sua vez, confirmam as nossas “verdades”. Portanto, nossa consciência cria a nossa realidade e aí ficamos presos ao longo da vida… a menos que… a desafiemos! O desafio está em dar adeus ao mundo da sobrevivência e trocar o existir pelo viver. Existir é instintivo, involuntário, autopreservação e reação. Viver é o exercício das nossas capacidades, atitudes, habilidades e conhecimentos. Quando rompemos com o mundo da sobrevivência ficamos abertos a preencher nossos dias com momentos que nos gratificam. Queremos viver intensamente. Queremos tomar partido de algo com significado. Queremos nos sentir úteis e contributivos. Queremos respostas para as seguintes indagações: “que papel desempenho no universo?” ou “por que estou aqui?” Queremos contar uma história da qual nos orgulhemos. O melhor de tudo é saber que a escolha é nossa!

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HOMENS SÃO DE MARTE, MULHERES SÃO DE VÊNUS março 25, 2009

Filed under: Relacionamento — Mônica Guidoni @ 10:33 am
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*UMA SELEÇÃO DAS MELHORES FRASES DESTE LIVRO DO EXCELENTE ESCRITOR JOHN GRAY *

As mulheres precisam entender que quando ele está silencioso, ele está dizendo “Eu ainda não sei o que dizer, mas estou pensando nisso”. Em vez disso, o que elas escutam é “Eu não estou respondendo a você porque eu não me importo com você e eu vou ignorá-la. O que você me disse não é importante e por esse motivo não estou respondendo”.

As mulheres interpretam mal o silêncio de um homem. Dependendo de como está se sentindo naquele dia, ela pode começar a imaginar o pior – “Ele me odeia, ele não me ama, ele está me deixando para sempre”. Isso pode, então, acionar seu medo mais profundo, que é “Eu tenho medo de que se ele me rejeitar, então eu jamais serei amada. Eu não mereço ser amada”. Quando um homem está em silêncio, é fácil para uma mulher imaginar o pior porque os únicos momentos em que uma mulher ficaria em silêncio seriam quando o que ela tivesse a dizer fosse muito lesivo ou quando ela não quisesse falar com uma pessoa porque não mais confiasse nela. Não é de se admirar que as mulheres fiquem inseguras quando um homem de repente fica calado!

Eles podem sentir que intimidade demais rouba-lhes a força. Eles precisam regular o quanto se aproximam. Quando se aproximam demais de modo a se perder, disparam campainhas de alarme e se põem a caminho da caverna. Como resultado, ficam rejuvenescidos e encontram seu eu amoroso e poderoso de novo.

Fazer um homem se sentir errado por ir para dentro de sua caverna tem o efeito de empurrá-lo de volta, mesmo quando ele quer sair.

Minha esposa, Bonnie, algumas vezes usa essa técnica. Quando vê que estou na minha e caverna, ela vai às compras.

Quando ela estiver aborrecida por sua tendência de isolamento, ele pode desistir da caverna numa tentativa de satisfazê-la. Eis um grande erro. Se ele desistir da caverna (e negar sua verdadeira natureza), se tornará irritadiço, excessivamente sensível, defensivo, fraco, passivo ou intratável.
E para piorar as coisas, não saberá por que se tornou tão antipático.

A maioria das mulheres fica surpresa ao se dar conta de que, mesmo quando um homem ama uma mulher, periodicamente ele precisa se afastar antes de poder se aproximar. Os homens instintivamente sentem esse impulso de se afastarem. Não é uma decisão ou uma escolha. Simplesmente acontece. Não é nem culpa dele nem dela. É um ciclo natural.

As mulheres interpretam mal o afastamento de um homem porque uma mulher geralmente se afasta por razões diferentes. Ela se retrai quando não confia nele para entender seus sentimentos, quando foi machucada e tem medo de ser machucada de novo, ou quando ele fez alguma coisa errada e lhe desapontou. Certamente um homem pode se afastar pelos mesmos motivos, mas ele também se afastará mesmo que ela não tenha feito nada de errado. Ele pode amá-la e confiar nela, e de repente começar a se afastar. Como um elástico esticado, ele vai se distanciar e então voltar por si só.
Um homem se afasta para satisfazer sua necessidade de independência e autonomia.

Quando um homem volta, ele retoma o relacionamento no mesmo grau de intimidade em que estava antes de se esticar para longe. Ele não sente nenhuma necessidade de um período de readaptação.

Se compreendido, esse ciclo masculino de intimidade enriquece o relacionamento, mas como é mal compreendido, ele cria problemas desnecessários.

Se um homem não tiver a oportunidade de se afastar, ele nunca terá a chance de sentir seu forte desejo de estar perto. É essencial que as mulheres entendam que se elas insistirem em intimidade constante ou “correrem atrás” do seu parceiro íntimo masculino quando ele se afastar, então ele ficará quase sempre tentando escapar e se distanciar; ele nunca terá uma chance de sentir seu próprio desejo apaixonado por amor.

Comumente eu ouço a reclamação “Toda vez que quero conversar, ele se afasta. Sinto como se ele não se importasse comigo”. Ela conclui erroneamente que ele não quer conversar com ela nunca.
Essa analogia com o elástico explica como um homem pode se preocupar muito com sua parceira, mas de repente se afastar. Quando ele se afasta, não é porque ele não queira conversar. Ao contrário, ele precisa de algum tempo sozinho; tempo para ficar consigo mesmo, para não ser responsável por ninguém mais. É um tempo para cuidar de si mesmo. Quando ele retornar, então estará disponível para conversar.

Até um certo ponto um homem se perde de si mesmo ao entrar em conexão com sua parceira. Sentindo as necessidades, problemas, vontades e emoções dela, ele pode perder contato com seu próprio sentido do eu. Afastar-se permite-lhe restabelecer seus próprios limites e satisfazer sua necessidade de se sentir autônomo.

Do mesmo modo que nós não decidimos ficar com fome, um homem não decide se afastar. É um impulso instintivo. (…) Entendendo esse processo, as mulheres podem começar a interpretar esse afastamento corretamente.

Esse ciclo natural do homem de se afastar pode estar obstruído desde sua infância. Ele pode ter medo de se afastar porque testemunhou a desaprovação de sua mãe ao distanciamento emocional de seu pai.
Tal homem pode nem notar que precisa se afastar. Pode inconscientemente criar discussões para justificar seu afastamento. Esse tipo de homem desenvolve mais o seu lado feminino, mas à custa da repressão de um pouco o seu lado masculino. Ele é um homem sensível – Ele tenta bastante agradar e ser amável, mas perde parte do seu eu masculino no processo. Ele se sente culpado em se afastar, sem saber o que aconteceu, perde seu desejo, poder e paixão; torna-se passivo e excessivamente dependente.

Entender esse ciclo de intimidade masculino é tão importante para um homem quanto para uma mulher. Alguns homens se sentem culpados por terem necessidade de passar algum tempo em suas cavernas ou podem ficar confusos quando começam a se afastar e então, mais tarde, se encolhem de volta. Eles podem erroneamente julgar que alguma coisa está errada com eles. Por isso é importante tanto para homens quanto para mulheres entender esses segredos sobre homens.

Sandra e Larry estavam casados há vinte anos. Sandra queria o divórcio e Larry queria tentar ainda fazer com que o casamento desse certo. Ela disse “Como é que ele pode dizer que quer continuar casado? Ele não me ama. Ele não sente nada. Ele se afasta toda vez que preciso que ele fale. Ele é frio e sem coração. Por vinte anos ele tem contido seus sentimentos. Eu não estou disposta a perdoá-lo. Eu não permanecerei nesse casamento. Eu já estou cansada de tentar fazê-lo se abrir e compartilhar
seus sentimentos e ficar vulnerável”. Sandra não sabia como tinha contribuído para o problema deles. Ela pensava que era tudo culpa do seu marido. Julgava que tinha feito de tudo para promover intimidade, conversa e comunicação, e que ele tinha resistido a ela por vinte anos. Depois de ouvir sobre homens e elásticos no seminário, ela caiu em prantos, pedindo perdão para o seu marido. Ela se deu conta de que o problema “dele” era problema “deles”, homens.

Numa sessão particular de aconselhamento, Lisa me contou, “Não é mais divertido ficar com ele. Eu tentei de tudo para animá-lo, mas não funciona. Quero que façamos coisas divertidas juntos, como ir a restaurantes, fazer compras, viajar, ir ao teatro, festas, e dançar, mas ele não. Nós nunca fazemos nada. Só assistimos televisão, comemos, dormimos e trabalhamos. Eu tento amá-lo, mas estou com raiva. Ele costumava ser tão charmoso e romântico! Viver com ele agora é como viver com uma lesma.
Não sei o que fazer. Ele simplesmente não arreda pé!” Depois de aprender sobre o ciclo de intimidade masculino – a teoria do elástico – tanto Lisa quanto Jim se deram conta do que tinha acontecido. Eles estavam passando tempo demais juntos. Jim e Lisa precisavam passar mais tempo separados.

 

Hora do Planeta março 20, 2009

Filed under: Eu recomendo .... — Mônica Guidoni @ 9:38 pm
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HORA DO PLANETA

Sábado, 28 de março, às 20h30

 
 

 O WWF-Brasil participa pela primeira vez da Hora do Planeta, um ato simbólico, que será realizado dia 28 de março, às 20h30, no qual governos, empresas e a população de todo o mundo são convidados a apagar as luzes para demonstrar sua preocupação com o aquecimento global.

O gesto simples de apagar as luzes por sessenta minutos, possível em todos os lugares do planeta, tem como objetivo chamar para uma reflexão sobre a ameaça das mudanças climáticas.

Participe!  É simples. Apague as luzes da sua sala.

Mais informações no site :

http://www.wwf.org.br/informacoes/horadoplaneta/

 

NÃO QUERO – MARIO QUINTANA

Filed under: Sentimentos — Mônica Guidoni @ 1:54 pm
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NÃO QUERO – MÁRIO QUINTANA
Não quero alguém que morra de amor por mim. Só preciso de alguém que viva por mim, que queira estar junto de mim, me abraçando.Não exijo que esse alguém me ame como eu amo, quero apenas que me ame não me importando com que intensidade.Não tenho a pretensão de que todas as pessoas que gosto, gostem de mim… Nem que eu faça a falta que elas me fazem, o importante para mim é saber que eu, em algum momento,fui insubstituível… E que esse momento será inesquecível…Só quero que meu sentimento seja valorizado. Quero sempre poder ter um sorriso estampando em meu rosto, mesmo quando a situação não for muito alegre… E que esse meu sorriso consiga transmitir paz para os que estiverem ao meu redor.Quero poder fechar meus olhos e imaginar alguém… e poder ter a absoluta certeza de que esse alguém também pensa em mim quando fecha os olhos, que faço falta quando não estou por perto.Queria ter a certeza de que apesar de minhas renúncias e loucuras, alguém me valoriza pelo que sou, não pelo que tenho…Que me veja como um ser humano completo, que abusa demais dos bons sentimentos que a vida lhe proporciona, que dê valor ao que realmente importa, que é meu sentimento… e não brinque com ele. E que esse alguém me peça para que e nunca mude, para que eu nunca cresça, para que eu seja sempre eu mesmo…Não quero brigar com o mundo, mas se um dia isso acontecer, quero ter forças suficientes para mostrar a ele que o amor existe… Que ele é superior ao ódio e ao rancor, e que não existe vitória sem humildade e paz.Quero poder acreditar que mesmo se hoje eu fracassar, amanhã será outro dia, e se eu não desistir dos meus sonhos e propósitos, talvez obterei êxito e serei plenamente feliz. Que eu nunca deixe minha esperança ser abalada por palavras pessimistas… Que a esperança nunca me pareça um “não” que a gente teima em maquiá-lo de verde e entendê-lo como “sim”.Quero poder ter a liberdade de dizer o que sinto a uma pessoa, de poder dizer a alguém o quanto ela é especial e importante para mim, sem ter de me preocupar com terceiros… Sem correr o risco de ferir uma ou mais pessoas com esse sentimento.Quero, um dia, poder dizer às pessoas que nada foi em vão, que o amor existe, que vale a pena se doar às amizades e às pessoas, que a vida é bela sim, e que eu sempre dei o melhor de mim e que valeu a pena!

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Mensagem Motivacional

Filed under: Mensagem Motivacional — Mônica Guidoni @ 1:57 am
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Mensagem Motivacionais e otimistas: “Para manter uma lamparina acesa, precisamos continuar colocando óleo nela.” (Madre Teresa). Em todos os projetos pessoais ou organizações, tudo movimenta-se através dos elementos que adicionamos para alimentar estes projetos. O que define um lider é sua capacidade de motivar sua equipe alimentando-a constantemente de informações, sugestões e até mesmo experiências de vida para que todos possam se tornarem otimistam e seguros com relação à aquele que está a frente na liderança de toda equipe.