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Quem não compreende um olhar tampouco compreenderá uma longa explicação. outubro 17, 2011

Filed under: Sentimentos — Mônica Guidoni @ 10:44 pm
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Um dia, descobrimos que beijar uma pessoa para esquecer outra, é bobagem.
Você não só não esquece a outra pessoa como pensa muito mais nela…
Um dia, nós percebemos que as mulheres tem extinto “caçador” e fazem qualquer homem sofrer.
Um dia, descobrimos que se apaixonar é inevitável.
Um dia, percebemos que as melhores provas de amor são as mais simples.
Um dia, percebemos que o comum não nos atrai.
Um dia, saberemos que ser classificado como o “bonzinho” não é bom.
Um dia, percebemos que a pessoa que nunca te liga é a que mais pensa em você.
Um dia, saberemos a importância da frase: “Tu te tornas eternamente responsável por aquilo que cativas…”
Um dia, perceberemos que somos muito importante para alguém mas não damos valor a isso.
Um dia, perceberemos como aquele amigo faz falta, mas aí já é tarde demais.

 

Enfim… um dia, descobriremos que apesar de viver quase um século esse tempo todo não é suficiente para realizarmos todos os nossos sonhos, para beijarmos todas as bocas que nos atraem, para dizer tudo o que tem que ser dito…
O jeito é: ou nos conformamos com a falta de algumas coisas na nossa vida ou lutamos para realizar todas nossas loucuras…
Quem não compreende um olhar tampouco compreenderá uma longa explicação. 

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Sou diferente! setembro 21, 2011

Filed under: Sentimentos — Mônica Guidoni @ 10:39 am
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Eu gosto do estranho, do incomum.
Gosto daquilo que confunde, que permite diferentes interpretações, que fica nas entrelinhas.
Enfrentar preconceitos
é o preço que se paga
por ser diferente.
Me criticam por ser diferente, mas rio deles por serem todos iguais, e loucos como eu vivem pouco, mas vivem como querem pois não me importa se não houver o amanhã, me deram a vida e não a eternidade…
Tanto quanto minhas qualidades, meus defeitos me fazem ser diferente, ser única!
Eu acredito em coisas que ninguém quase acredita, eu gosto do diferente, eu gosto de mim, do meu jeito, das minhas manias e meus defeitos, eu me aceito como eu sou e busco sempre o melhor.
Eu contente, eu diferente, eu triste, mas sempre sorridente…
Coragem eu tenho um monte. Mas medo eu tenho pouco.
Diferente é quem foi dotado de alguns mais e de alguns menos em hora, momento e lugares errados para os outros. Que riem de inveja de não serem
assim. E de medo de não agüentar, caso um dia venham, a ser. O diferente é um ser sempre mais próximo da perfeição.
A alma dos diferentes é feita de uma luz além. Sua estrela tem moradas deslumbrantes que eles guardam para os pouco capazes de os sentir entender.
Nessas moradas estão tesouros da ternura humana. De que só os diferentes são capazes.
Não mexa com o amor de um diferente. A menos que você seja suficientemente forte para suportá-lo depois.
Sou diferente, pois assim atrapalho os iguais…..

 

” Por mais feliz que eu seja, a festa é sempre pela metade” julho 31, 2011

Filed under: Sentimentos — Mônica Guidoni @ 10:02 pm
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Um a um foram chegando, e eu somando a quantidade de amor que tenho no mundo. Mais ou menos 50 pessoas foram, somando com mais um monte de e-mails e mais um monte de ligações, é… até que sou bem amada. Calma, você é amada, tá vendo? Não precisa mais ficar em casa de pijama assistindo Woody Allen, você é amada. É que dá uma preguiça de existir…

Comemoro que estou viva, no meio da confusão que é comemorar ter amigos, comemorar a blusa nova, comemorar que tenho emprego e, por isso, amigos e roupa nova, comemorar que fiz progressiva na franja, comemorar que não sou um alien e consigo socializar, comemorar que existo dentro de uma comunidade que me aceita e até sai de casa pra tentar achar uma ruazinha difícil pra caramba.

Sorri em todas as fotos, esgotei minhas piadas, desfilei abraços, toquei em muita gente, ganhei alguns presentes, fiz bem meu papel de “olha que legal, estou aqui, mais um ano se passou e eu continuo achando que vale a pena estar aqui”.

Um a um vão embora, e eu somando a quantidade de amor que vai embora.

Sobram os loucos e suas insônias, sobra o garçom cansado que não agüenta mais os loucos e suas insônias. Sobra uma latinha num canto, seis cadeiras solitárias formando uma rodinha animada, muitas bitucas que insinuam um animado papo que não existe mais. Sobro eu, novamente.

A vida, a noite, as festas, tudo continua igual. O mesmo fedor de cigarro no cabelo, o mesmo homem bonito me olhando de longe, o mesmo homem bonito que, quando chega perto e abre a boca, eu gostaria que tivesse permanecido longe. O mesmo ânimo em pertencer, a mesma alegria em comemorar, a mesma festa em se encontrar. Mas ninguém sabe exatamente ao que pertence, o que comemora e muito menos o que encontra.

Atravesso a rua sozinha, carregando uma sacola cheia de presentes e cartinhas. Entro sozinha no meu carro, ouço de novo a música da semana, sigo em frente. Carrego o afeto que ganhei numa sacolinha rosa, mas dentro do meu coração é sempre esse saco furado e negro.

Por mais que todas as terapias do mundo, todas as auto-ajudas do universo e todos os amigos experientes do planeta me digam que preciso definitivamente não precisar de você, minha alma grita aqui dentro que, por mais feliz que eu seja, a festa é sempre pela metade.

É você quem eu sempre busco com minha gargalhada alta, com a minha perdição humana em festejar porque é preciso festejar, com a minha solidão cansada de se enganar.

Não agüento mais os mesmos papos, os mesmos cheiros, as mesmas gírias, os mesmos erros, a volta por cima, o salto alto, o queixo empinado, o peito projetado pra frente. Não agüento mais fingir com toda a força do mundo que tudo bem festejar sem saber quem é você.

Eu não acredito mais em sumir do país, em trocar de emprego, em mudar de religião, em ficar em silêncio até que tudo se acalme, em dormir até tarde, no fim de tarde na Praia Preta, na nova proposta, no novo projeto, no super livro, no filme genial, na nova galera, na academia moderna, no carinha até que bacana que gosta de jazz e restaurantes charmosos, no curso de história, em comprar o novo CD mais master animado do mundo, em ler John Fante longe de tudo, em ser dondoca, em fazer progressiva, em fazer boxe, em fazer torta de verdura, em ser batalhadora, em ser fashion, em não ser nada. Mas eu continuo acreditando na gente, eu continuo acreditando que tudo sem você é distração e tudo com você é vida.

Como eu queria agora ir para a sua casa, deitar na sua cama, ouvir a sua voz, esquentar meu pé na sua batata da perna. Como eu queria saber seu nome, seu cheiro, sua rua.

Assim como um dia um samba saiu procurando alguém, este texto tem a missão de sair em sua busca. Eu não escrevo por dinheiro, vaidade, pretensão ou inteligência. Eu escrevo porque eu sei que é assim que vou te encontrar. Eu escrevo porque não posso mais agüentar que a festa acabe.

(Tati Bernardi) – Copiado da minha amiga Camila Germano

 

Às vezes março 27, 2011

Filed under: Sentimentos — Mônica Guidoni @ 9:36 pm
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Às vezes

às vezes as coisas não saem do jeito que queríamos
às vezes quem nós amamos não nos ama da mesma forma
às vezes quem nós gostamos, nos ama
e às vezes não correspondemos amores

às vezes, amamos de verdade
às vezes, confundimos
às vezes o amor é à primeira vista
às vezes, nunca vem

às vezes nos sentimos sós
às vezes, que tem gente demais por perto
às vezes, rodeados de pessoas que não nos dão a mínima
às vezes, úma pessoa é multidão

às vezes não podemos ajudar quem queríamos
às vezes fazemos tudo o que podemos para ajudar
às vezes as pessoas não vêem isso
às vezes elas se aproveitam

às vezes gostaríamos de ajuda
às vezes, ninguém vem
às vezes não sabemos como ajudar
às vezes, não merecemos

às vezes as pessoas nos magoam
às vezes, nos perdooam
às vezes, nos iludem
e às vezes nos iludimos sozinhos

às vezes as mágoas nos tornam frios
às vezes, nos ensinam
às vezes magoamos quem amamos
ás vezes quem nós amamos nos magoa

às vezes queremos mais
às vezes não sabemos o que queremos
às vezes dá vontade de gritar!!!
às vezes, de não dizer ou ouvir nada

às vezes queremos sumir
às vezes, ficar bem aqui com quem amamos
às vezes apenas queremos paz
às vezes, um pouco mais de agitação

às vezes nos sentimos infelizes
às vezes, felizes
às vezes nos sentimos imcompletos
às vezes, sentimos que algo está errado

às vezes mudamos pra melhor por quem amamos
às vezes quem nós amamos muda pra pior
às vezes, quando tudo vai indo bem, algo de ruim acontece
às vezes, quando as coisas vão mal, acontece algo de maravilhoso

por isso, se às vezes nos sentimos mal-amados
se às vezes nos sentimos perdidos,
incompreendidos, sem esperanças…

…está tudo bem, porque isso acontece só às vezes…

 

Amor e verdade trazem relações mais sólidas fevereiro 8, 2011

Filed under: Sentimentos — Mônica Guidoni @ 8:18 pm
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Ontem eu ouvi comentários de algumas crianças, aquelas perguntas embaraçosas que só as crianças sabem fazer no meio do nada. Por essas e outras, a gente sempre acha que as crianças são inteligentes demais porque “pegam as coisas no ar”. Por “pegar as coisas no ar” entende-se prestar atenção aos sinais e frases truncados que nós, adultos, “deixamos escapar” de vez em quando.

Acredito que um dos maiores dilemas da vida adulta é saber quando e como falar e quando calar. A dúvida nasce do medo da reação do outro, da ruptura que pode acontecer e da contrapartida que poderá vir. Afinal, o que os adultos mais desejam nessa vida é ter controle de tudo. Por conta disso pensamos que perdemos a capacidade de “pegar as coisas no ar”. Não perdemos, não, nunca, apenas fingimos e preferimos adiar o que pode ser uma discussão para um ponto tão distante que pode tornar-se irreparável.  

A dúvida sobre nossa capacidade de falar direito, de maneira a não ofender ou magoar, e nossa falta de sabedoria para nos colocar como parte do problema e, portanto, também parte da solução, refreia em qualquer pergunta ou comentário mais delicado.

É bem provável que enfiemos os pés pelas mãos na tentativa de viver com mais verdade e transparência. É possível que afastemos pessoas e que nos afastemos de algumas também. O preço por uma vida mais verdadeira é alto, mas cada centavo pago vale a pena. Como resultado alcançamos relações mais sólidas e inteiras por causa disso.  

Todas as mensagens importantes estão prontas para serem “pegas no ar”. Os sinais existem nos olhares, nos gestos e no comportamento de todos nós. A escolha entre aceitá-las e resolvê-las ou disfarçá-las faz parte do tipo de vida que pretendemos ter.

Aquela ruptura que tememos promover com uma pergunta direta pode ser, na verdade, o primeiro passo para o fortalecimento de uma relação. Depende unicamente da intenção de quem pergunta e da disposição de quem responderá.

Da minha parte, sinceramente, apesar de toda dor que a verdade às vezes traz (enquanto ainda não nos acostumamos a ela), foi (e é) tudo muito justo e muito rico: nada, nada mesmo é mais valioso do que saber que somos amados pelo que somos e não pelo que aparentamos ser.  

Além disso, amar o outro exatamente pelo que ele é, e pelo compromisso que se tem consigo mesmo e um com o outro, compensa qualquer descompasso, fortalece qualquer coração, traz coragem a qualquer desafio.

O amor, afinal de contas, só existe se houver verdade nele. Caso contrário, é como uma droga: vicia, mas é por doença. Como já dizia Vladimir Maiakovski, “amar não é aceitar tudo. Aliás, onde tudo é aceito, desconfio que há falta de amor.” É preciso coragem para construir ao invés de apenas erguer.

 

Bem me quer ou mal me quer… maio 8, 2010

O coração diz : sim
A razão diz : não
O coração diz : te quero
A razão diz : não devo
O coração diz : te amo
A razão diz: esquece

O coração diz : te desejo
A razão diz : não tem jeito
O coração diz : vem pra mim
A razão diz : põe um fim
O coração diz : é paixão
A razão diz : é ilusão

O coração diz : sou sua
A razão diz : é loucura
O coração diz : você pode
A razão diz : foge

Então eu me pergunto : A quem seguir
O coração ou a razão ?

 

Pensa em Mim abril 11, 2010

Filed under: Sentimentos — Mônica Guidoni @ 8:49 pm
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Pensa Em Mim

Darvin

Composição: Bernardo Faria / Conrado D’Ávila

Inspiração dos meus sonhos não quero acordar
Quero ficar só contigo não vou poder voar
Por que parar pra refletir se meu reflexo é você?
Aprendendo uma só vida, compartilhando prazer

Por que parece que na hora eu não vou aguentar?
Se eu sempre tive força e nunca parei de lutar?
Como num filme, no final tudo vai dar certo
Quem foi que disse que pra tá junto precisa tá perto

Pensa em mim
Que eu tô pensando em você
E me diz…
O que eu quero te dizer
Vem pra cá,
Pra ver que juntos estamos
E te falar
Mais uma vez que te amo

O tempo que passamos juntos vai ficar pra sempre
Intimidades, brincadeiras, só a gente entende
Pra quem fala que namorar é perder tempo eu digo:
Há muito tempo eu não crescia o que eu cresci contigo

Juntos no balanço da rede, sob o céu estrelado
Sempre acontece, o tempo pára quando eu tô do seu lado
A noite chega eu fecho os olhos e é você que eu vejo
Como eu queria estar contigo eu paro e faço um desejo

Pensa em mim
Que eu tô pensando em você
E me diz
O que eu quero te dizer
Vem pra cá,
Pra ver que juntos estamos
E te falar
Mais uma vez que te amo (4x)

Mais uma vez que te amo..