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Do erro ao desafio da excelência! outubro 4, 2010

Filed under: Sucesso — Mônica Guidoni @ 12:11 pm
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Acredito que todas as pessoas deveriam ser movidas por desafios. A cada obstáculo que temos, se desistirmos só porque é difícil, qual seria a graça? Ninguém sabe tudo de tudo. Cada um sabe um pouco de cada coisa. E juntos, com humildade e boa vontade, podemos fazer a diferença no mundo. A começar pelas pequenas coisas, como aceitar que as pessoas são diferentes e ninguém pensa da mesma maneira. Hoje eu errei. Amanhã outros errarão.

Mas a diferença do erro de hoje com o erro do futuro não é cometer mais o mesmo erro. Precisamos errar por tentar ousar e fazer diferente, mas não errar pela omissão. E isso para muitos pode parecer uma tarefa fácil, mas nem sempre é. Assumir um erro já é um passo para transformá-lo em acerto, mas é preciso ter humildade e disciplina. E isso é uma mudança que não acontece simplesmente do dia para a noite. Tem que ter perseverança. É um desafio querer mudar.

É por isso que gosto de desafios. Eles nos fazem parar para pensar: porque erramos tanto? Será que é apenas por não conhecer? Será que é a falta de saber? Erramos porque queremos ser pessoas melhores. Mais digna, gente fina, elegante e sincera. Precisamos errar porque somos seres humanos. Não somos perfeitos. Aliás, nem deveríamos buscar essa tão sonhada perfeição.

E tudo isso é tão contraditório que, por mais que erramos, sempre queremos fazer a coisa certa. Ninguém acorda de manhã querendo errar o dia inteiro. O erro acontece para nos ensinar o caminho certo. É errando que se aprende, como diz o ditado. Não tem como fugir. Para sair do erro é preciso ter calma e não ficar nervoso. Respire fundo e conte até dez. Tenha atenção e faça escolhas. As escolhas são o fio da navalha que lhe guia para o erro ou acerto.

Todos dias, quando abrimos os olhos e damos de cara com o desafio de viver temos a possibilidade de escrevemos em uma página em branco. Uma folha livre que pode ser escrita de várias cores e com as mais diversas palavras. Temos que saber escolher as palavras. Errar menos. Ouvir mais. Buscar a excelência. Fazer tudo com amor. Porque somente o amor é capaz de transformar.

“O segredo da felicidade no trabalho reside em uma palavra: excelência. Faz bem aquele que gosta do que faz.” Sabedoria Popular

 

Crise de compromisso setembro 7, 2010

Filed under: Sucesso — Mônica Guidoni @ 1:39 pm
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Crise de compromisso

Sonhos não realizados, planos não implementados, projetos inacabados, objetivos não atingidos, metas não alcançadas!

“Onde foi que errei?”, esta é a pergunta que o líder abatido faz a si mesmo. “Se isso é o que precisa ser feito, por que as pessoas não fazem?” indaga o líder, entre a frustração e o espanto. “As pessoas têm informações e conhecimentos para produzirem o melhor desempenho. O que as impedem?” mais uma vez indignado, remoendo seus ressentimentos. Diante desses questionamentos, o líder imagina um rol de culpados: a negligência, a preguiça, o desinteresse, a desmotivação. E, nessa busca por culpados, o líder não consegue enxergar as verdadeiras causas.

Todos nós conhecemos uma série de chavões utilizados nos ambientes organizacionais: o cliente é rei (dentro de determinados limites, é claro) o cliente é a razão de ser da nossa empresa (depois da norma e da vontade do chefe) os funcionários formam o nosso maior patrimônio (isso é, se a empresa estiver tendo lucros, caso contrário…). Basta constatar: cerca de 90% dos programas de qualidade não atingem os resultados esperados prega-se a excelência mas o que geralmente se vê é um alto grau de mediocridade nos serviços prestados pelas empresas todos concordam em surpreender o cliente mas o que se verifica é uma legião de clientes assombrados pelo descaso e pela indiferença. Essa série de incoerências explica, como veremos a seguir, as razões de tantas frustrações nos ambientes de trabalho.

Em sã consciência todos querem a qualidade, a excelência, surpreender os clientes, produzir os melhores resultados. Todos os líderes desejam uma equipe de alto desempenho e não se trata de um desejo qualquer: trata-se de uma condição necessária para sobreviver e prosperar no mercado. Mas por que isso não ocorre com freqüência? Afinal, qual é o problema? Resposta: ausência de compromisso! Esta é a palavra: compromisso! Grife, sublinhe e acrescente no seu vocabulário diário.

Exemplos de baixos compromissos são fartos nas empresas: a mercadoria que não foi entregue no prazo pactuado as especificações dos produtos que não foram cumpridas conforme o acordado a produção que não deu conta de atender a demanda as vendas que não preencheram a capacidade produtiva a área de marketing que atrasou com as peças promocionais o setor financeiro que ainda não concluiu o orçamento as reuniões que não começam nos horários previstos as pessoas que não se preparam para as reuniões as metas que não são atingidas os líderes que não envolvem os funcionários nas decisões.

Crise de compromisso! Talvez seja esse o nome da doença que ataca a maior parte das empresas. E é claro que tudo isso se traduz em baixo desempenho e baixos resultados. E pior: na medida em que as verdadeiras causas da crise de compromisso não são identificadas, o líder opta por medidas austeras e pressões de todos os tipos que agravam ainda mais a situação.

O que muitos líderes ignoram é que compromisso não se obtém com técnicas e normas. Não é uma questão de informações, conhecimentos e habilidades. Compromisso é uma questão de atitude! A base do compromisso está nos princípios ou valores humanos. E isso precisa ser aprendido pelas equipes… e principalmente pelos líderes.

Vale lembrar a frase do CEO que tirou a IBM da bancarrota, Lou Gerstner, que dizia “quero dirigir por princípios e não por procedimentos. Isso significa que quando surge uma situação, você não vai a um manual, pois sabe em seu coração e em sua cabeça o que fazer”.

Pois bem! São os princípios e valores que garantem o compromisso. 

Em primeiro lugar, uma visão e um sentido de propósito. Uma visão clara de como queremos que seja a nossa empresa. Uma compreensão compartilhada de como queremos tratar os nossos clientes. Um propósito pactuado de como deve funcionar o nosso negócio. Este consenso é o primeiro passo para promover o compromisso no ambiente de trabalho. Está aí o primeiro desafio do líder: conquistar a adesão de todos em torno de uma causa, representada pela visão e um sentido de propósito.

Se todos estiverem de acordo com a causa, então surge o segundo princípio: a coragem. Coragem significa superar os obstáculos, romper os limites, ir além. Mas isso só acontecerá de fato se o propósito for envolvente e desafiador. A visão e o propósito funcionam como um ímã, mas é a coragem que impulsiona à ação. O primeiro passo é dado com vontade e determinação quando o coração (que possui o mesmo prefixo da palavra coragem) estiver abraçado à causa. Não existem barreiras quando a causa é nobre e o coração é grande.

O terceiro princípio está ligado à disciplina. Disciplina de manter a chama do propósito acesa, de manter a causa renovada, de não ceder à negligência e à preguiça, de fazer bem feito na primeira vez, de envolver-se para valer com os clientes e seus problemas, de escolher pelo certo, pelo ético e pelo verdadeiro ainda que seja a alternativa mais difícil.

O quarto princípio está relacionado à perseverança. Significa manter-se firme no propósito, não desanimar e nem recuar. Saber que a fé precisa ser renovada diariamente. Reconhecer que os obstáculos existirão e que serão necessários para que as competências sejam ampliadas. Perseverar é não desistir apesar de tudo e de todos.

Observe que grande parte do denominamos de qualidade, excelência e superar expectativas dos clientes não se consegue com normas e regulamentos. Consegue-se com compromisso. E compromisso depende de princípios e valores, assuntos pouco tratados nas organizações. Compromisso é uma questão de integridade! E é difícil obtê-lo quando existem incoerências que partem da própria liderança.

Está aí a dica: comece o seu próximo programa de mudança organizacional elegendo os princípios e valores norteadores das decisões e das ações. Tudo isso vai requerer muita conversação e participação. É o investimento necessário para a conquista do compromisso e este será o maior desafio dos líderes e organizações nos próximos anos.

 

A busa do melhor resultado! agosto 1, 2010

Filed under: Sucesso — Mônica Guidoni @ 2:30 pm
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A busca do melhor resultado

Todos nós guardamos um sentimento secreto de que somos capazes de produzir resultados melhores do que aqueles que estamos obtendo. Esse mesmo sentimento se estende para o grupo de trabalho do qual fazemos parte. Ao examinar o desempenho do grupo, avaliamos como aquém do que ele é realmente capaz. Arrisco dizer que essa mesma suspeita recai por toda a empresa. Ao final do mês constatamos, frustrados, uma desproporção entre os resultados auferidos e os esforços despendidos.

Diante desses comentários, temos uma notícia que é boa e ruim ao mesmo tempo. O lado ruim está no veredicto dos estudiosos da natureza humana: utilizamos menos de dez por cento das nossas capacidades para nos divertir, amar, viver e trabalhar. Somos, em geral, seres humanos subtilizados em nossas capacidades e inteligências.

Costuma-se dizer que, diante do copo de água pela metade, o otimista valoriza a parte preenchida enquanto o pessimista alardeia a parte vazia. Pois bem, sejamos otimistas: se apenas um décimo do espaço do copo está repleto, existe um grande espaço para o aumento do desempenho individual e, por conseguinte, dos resultados que somos capazes como equipe e como empresa.

É claro que isso não acontecerá apenas pela constatação desse desperdício latente. Algo precisa ser feito.

Pessoas certas e erradas

Antes, vamos discorrer sobre a pessoa errada. O problema é que ela não vem inteira para o trabalho. O corpo se apresenta todos os dias para cumprir a carga horária semanal, mas os pensamentos estão distantes e a alma aguarda aflita na guarita o término da jornada.

Braços e pernas trabalham, mas os pensamentos e sentimentos estão ausentes e, por conseqüência, também a motivação e a criatividade. Sem dúvida, esse é o maior desperdício das organizações em geral, ignorado nos inventários que medem o desempenho.

A pessoa errada não traz seus valores para o trabalho. Distante que está de si mesma, tampouco os conhece. Uma vez que não vive orientada por seus valores virtuosos, deixa-se seduzir pelo sucesso pessoal sustentado por valores materiais. Persegue com obstinação os benefícios, mas foge com displicência dos sacrifícios. Individualista, prioriza os interesses pessoais antes dos interesses coletivos.

Diante das agruras do dia-a-dia, a pessoa errada coloca-se como vítima. Egocêntrica, sente-se perseguida por uma legião de inimigos imaginários. Ressentida com os seus pseudo-algozes, estabelece relacionamentos evasivos e pouco assertivos.

A pessoa errada é, em geral, inflexível e pouco criativa. Falta um propósito maior pelo qual se apaixone e, portanto, não há com que se comprometer. Prefere competir ao correr atrás das metas numéricas, mesmo ao custo da  ética e da cooperação.

Como a pessoa errada é um elo de um sistema maior, todo o sistema fica prejudicado por conta dos seus comportamentos não contributivos.

A pessoa certa, por sua vez, reconhece a integridade como o único caminho para o sucesso. Está preparada para contribuir e servir. Sabe que precisa colocar os seus talentos em prol de algo maior. Reconhece os seus interesses pessoais e sabe subordiná-los aos interesses coletivos.

A pessoa certa é entusiasmada com o seu trabalho e não desperdiça as diversas oportunidades de aprendizado. Compreende que o grupo do qual participa se fortalece quando as informações e os conhecimentos são compartilhados. É desapegada e desprendida e trabalha focada nas contribuições e nos resultados coletivos.

Não há dúvidas que pessoas certas produzem desempenhos superiores, assim como as equipes formadas pelas pessoas certas produzem os melhores resultados. Aí está o desafio de toda empresa: compor um time formado por pessoas certas. A pergunta que fica é: como encontrar essas pessoas?

A empresa certa

De nada adianta amaldiçoar a semente se o solo não é fértil. As sementes brotam em solos férteis. É assim também com pessoas e empresas. A pessoa certa é gerada pela empresa certa, assim como a pessoa errada é cria da empresa errada.

A pessoa certa sabe colocar os seus talentos e competências na direção certa. Isso só é possível se a empresa compartilhar com ela o seu destino, a sua direção, os seus propósitos.

A pessoa certa disponibiliza de bom grado toda a sua criatividade e as melhores idéias. Isso ocorre porque a empresa certa cede espaço para que isso aconteça. Sabe valorizar as opiniões tanto convergentes como divergentes. Evita julgamentos e preconceitos e cria um ambiente de trabalho acolhedor às diferenças. Na empresa certa, a pessoa não é tratada como mão-de-obra, forma tradicional e reducionista de ver o ser humano.

A empresa certa quer atingir os seus propósitos e os melhores resultados, assim como a pessoa certa quer se realizar. Compatibilizar propósitos faz parte da cultura da empresa certa, que se importa com o desenvolvimento da sua equipe. Por isso, investe no aprendizado e no crescimento tanto pessoal como profissional de todos.

A empresa certa faz com que todos sejam criadores de seus destinos e não deixem que mergulhem no ingrato papel de vítima. Para isso, estabelece com cada pessoa um contrato empreendedor, em que deixa claro todo o poder e autonomia que possui, ao contrário do contrato patriarcal que esclarece os cerceios e as punições.

Não está faltando algo?

A pessoa certa é gerada pela empresa certa, não é isso? Então quem gera a empresa certa? Resposta: o líder certo. O líder certo é aquele capaz de construir a empresa certa que gera a pessoa certa.

O líder é o grande lavrador, é quem prepara o solo e o fertiliza com os melhores valores. Adota as melhores práticas e condutas, bem como as atitudes adequadas. É o melhor exemplo da cultura que deseja ver incorporada na empresa. Com isso, constrói um ambiente onde existe a confiança e a verdade.

O líder certo não abre mão da sua função educadora. Sabe que é o seu papel construir, com desapego, uma empresa que seja de todos. Sabe que é o principal cultivador do solo em que os seus colaboradores plantarão a semente dos seus principais talentos.

Depois é acreditar e aguardar: os melhores frutos virão!

 

O sucesso é ser feliz! julho 19, 2010

Filed under: Sucesso — Mônica Guidoni @ 10:19 am
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O SUCESSO É SER FELIZ

Quando as pessoas descobrem a beleza que carregam na alma, logo se dão conta das infinitas possibilidades de transformação que podem realizar em suas vidas. Ao olhar para dentro de si e descobrir sua força, deixam de viver como escravas e imediatamente assumem sua grandeza, abrindo a porta da gaiola onde vivem e voando por todo o universo. O mais importante de tudo é poder ter a sensação de que viver vale a pena. Viver a plenitude da experiência de brincar com uma criança ou saborear uma fruta. Apreciar o contato dos pés descalços com um gramado ou com a areia da praia. Perceber o vento batendo no rosto ou a água da chuva escorrendo pelos cabelos. Sentir a alegria de um pescador voltando para casa com o alimento para sua família. O verdadeiro sucesso é satisfazer sua ânsia de felicidade. E isso você só consegue quando se relaciona com sinceridade com as pessoas que ama, quando é amigo de seus filhos e, principalmente, quando consegue ser amigo de si próprio. Isso implica compreender seus erros, ser seu cúmplice para enfrentar os desafios, motivar-se para superar novos obstáculos e, principalmente, desfrutar ao máximo a sensação de felicidade, sem culpa nem medo. Ser feliz é o mais compensador de todos os sucessos. Como as ondas do mar, a vida é dinâmica. É tão certa a subida quanto a descida. Cada momento tem a sua beleza. No prazer nós nos expandimos e na dor nos contraímos. Um movimento é complementar ao outro. Saber apreciar a alegria e a dor constitui a base da felicidade. Você não pode ser feliz somente quando tem prazer, pois perderá o maior aprendizado da existência. Você deve descobrir um jeito de ser feliz na experiência dolorida porque ela carrega a oportunidade de desenvolvimento. A felicidade é um jeito de viver, é uma conduta, uma maneira de estar agradecido ao sol, à lua, a quem lhe estende a mão e também a quem o abandona, pois certamente nesse abandono está a possibilidade de você descobrir a força que existe em seu interior. A diferença entre o sábio e o ignorante é que o primeiro sabe aproveitar sua dificuldades para evoluir, enquanto o segundo se sente vítima de seus problemas.

 

Cuide da fonte de sua criatividade! junho 12, 2010

Filed under: Sucesso — Mônica Guidoni @ 5:08 pm
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É preciso cuidar da fonte de criatividade. Aproveite todas as chances de exercitá-la e fique atento às coisas importantes nesse processo. Em vez de se concentrar apenas nas tarefas de seu cargo, comece a avaliar os seus resultados, tanto econômicos como financeiros. Cada vez mais se fala em gestão de competências, e a busca de resultados faz parte de qualquer cargo.

Pergunte-se ?Que resultados eu trouxe hoje para a minha empresa, para a minha vida? Quando escolher um treinamento que desenvolva a criatividade, fique atento aos que desenvolvem as quatro etapas: desbloqueio, criação, medição de resultados e inovação. Ame o equívoco. De acordo com o livro ‘O Espírito Criativo’, o equívoco é uma lição, uma informação valiosa sobre o que se deve tentar em seguida.

A fórmula dos corantes artificiais foi descoberta quando o químico britânico Willian Perkins tentava criar um químico sintético. Muitas vezes as pessoas desistem porque têm medo de errar. Os erros podem ser embaraçosos mas, se não arriscar, deixará de aprender ou criar algo original. Nunca desista!

Sabe qual deveria ser o guru do criativo? Wile E. Coyote. Isso mesmo, aquele coiote que passa 24 horas perseguindo o Beep Beep, dos desenhos da Warner. Mesmo sendo massacrado, ele continua tentando. A postura do criativo deve ser essa. Tentar sempre, procurando sofrer menos que o coiote, e trabalhar em muitas idéias simultaneamente. Quando transita entre várias idéias, as chances de descobrir soluções aumentam.

 Santos Dumont não inventou apenas o avião e o relógio de pulso. Sua casa em Petrópolis é um museu aberto e quem tiver a oportunidade de visitar, pode constatar suas muitas invenções além dos projetos com todas as etapas da criação.

 Olhe como se olhasse tudo pela primeira vez. Pergunte-se: ‘O que está aí que eu não estou vendo?’. Veja além, amplie o cenário e a percepção. Ver bem não é ver tudo, é ver o que os outros não vêem.

Voe, mas não se engane. As idéias podem surgir do nada, mas avalie quanto tempo para implementar, quais os custos par a você, para a empresa e para o mundo. Se você tem idéias maravilhosas, mas reclama que não tem capital, saiba que o dinheiro é parte integrante da idéia. Se você acredita muito na idéia, venda para quem tem capital.

É preciso muito trabalho e persistência para realizar seus ideais. Como disse o violinista Pablo de Sarasate: “Pratiquei 14 horas por dia, durante 27 anos. Agora eles me chama de gênio!”

Muitos não terão a paciência de ouvir uma nova idéia, outros logo dirão que não dará certo, sem deixar a idéia desdobrar. Arme-se com entusiasmo!

Como disse Ralph Waldo Emerson: “Em toda obra de gênio, reconhecemos nossas próprias idéias rejeitadas”.

 

Inove-se !!! maio 9, 2010

Filed under: Sucesso — Mônica Guidoni @ 11:51 am
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O mundo moderno não oferece espaço para quem não agrega valor,
não justifica seu posto com resultados par a empresa em que trabalha.
O banco eletrônico veio acabar com o emprego do caixa bancário.
A Internet deixou sem função o vendedor ¨tira pedido¨.

O lider tomou o lugar do chefe. Sabe por quê ? Porque o chefe, muitas vezes, é alguém que está lá só para mandar e que nada acrescenta ao trabalho. O chefe representa custo, enquanto o líder ensina, treina e motiva a equipe a se superar.

O petróleo da era pós industrial é a criatividade, o talento humano. As profissões que não exigem o uso do cérebro tendem a acabar. Se você se acomodou ou se burocratizou, cuidado ! Você esta cada vez mais dispensável .

Esqueça todo o passado de bons serviços prestados a sua empresa. Cada novo dia é um recomeço. Repense o seu dia-a-dia e saia de sua rotina mental a partir de agora. Use a criatividade para manter o seu próprio emprego. Para começar, pense de que maneira você pode melhorar aquilo que faz hoje. Observe detalhadamente dentro e fora de sua empresa. Sugira inovações que tragam benefícios para sua empresa, para os seus clientes.

Fique alerta para o que está acontecendo. Olhe lá na frente. Identifique as tendências. A observação é o primeiro passo para as mudanças. Enxergue o que os outros apenas vêem e pense uma coisa diferente. Use sua criatividade para reduzir custos no seu departamento. Questione-se ¨de que outra maneira eu posso fazer a mesma coisa mais economicamente ? ¨ Pense diferente para melhorar um produto ou serviço. Crie novos usos para um produto. Apresente uma idéia para simplificar um sistema ou um processo, seja no setor administrativo ou de produção.

Apresente idéias para um novo produto. Analise como superar seu concorrente e faça sugestões. Tenha uma idéia para melhorar a distribuição, Busque maneiras para capacitar melhor a sua equipe. Sinta-se parte de uma solução e não de um problema. Apenas ser aberto à inovação não é suficiente, é preciso ser pró-ativo, buscar novas alternativas, outras idéias e maneiras de fazer as coisas.

Não se esqueça de que o que funcionava há dois anos, provavelmente, não funcionará amanhã. Portanto, ficar se queixando do por quê das coisas não serem tão fáceis como no passado não garante a sua estabilidade no emprego.

Reavalie-se. Você está atualizado com as novidades de sua área? O que você tem lido ? Tem assistido a alguns seminários, palestras, conferências? Quando você fez o último curso?

Finalizando, faça um exercício consigo mesmo. Imagine-se como o Presidente de sua empresa e escreva cinco razões que justifiquem a sua permanência no emprego. Se você não conseguir listar pelo menos cinco, releia este artigo e reveja o seu desempenho.

 

Mais de 90% dos consumidores pesquisam na internet antes de comprar! abril 21, 2010

Filed under: Sucesso — Mônica Guidoni @ 11:51 am
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O mundo digital é um espaço cada vez mais estratégico para ampliar a visibilidade de empresas e marcas. Muitas, no entanto, ainda desconhecem a melhor forma de atuar junto aos consumidores da web. Enquanto algumas acertam em cheio os corações e mentes desse público, outras ainda vêem esse universo como um terreno desconhecido, no qual uma comunicação mal direcionada ou equivocada pode provocar um inesperado tiro no pé. Compreender as necessidades dos internautas e entender os mecanismos de geração de conteúdos tornam-se, portanto, questões vitais para a promoção de iniciativas empresariais bem sucedidas na rede digital. Com esse propósito e também com a finalidade de gerar reflexões que ajudem a subsidiar a atuação das marcas nessa mídia, a TNS Research International realizou, em janeiro deste ano, o estudo “Decodificando as Necessidades Digitais”. Foram entrevistados 1.000 usuários de internet de ambos os sexos, com 16 a 35 anos, e residentes nas cidades de São Paulo, Rio de Janeiro, Curitiba, Porto Alegre, Recife e Salvador. O levantamento constatou que a maioria dos entrevistados (99%) utiliza prioritariamente a rede para enviar e receber emails; checar suas contas nas redes sociais (93%); participar de chats online/mensagens instantâneas (92%); fazer uploads de fotos ou vídeos ou escrever mensagens para suas redes sociais (90%) ou para o Twitter (44%). Redes sociais Diferentes tipos de atividades digitais e suas funcionalidades foram objeto de análise no estudo (entretenimento, compras online, blogs e pesquisa). As redes sociais são utilizadas pelos entrevistados principalmente para acesso e compartilhamento de informações (43%), mas também são percebidas como um espaço pessoal (32%) ou que permitem pertencer e ser aceito em grupos de amigos (24%), além de possibilitar expressar desejos e mostrar um lado que as pessoas desconhecem (22%) ou, ainda, descontrair, fugir da pressão diária e ter liberdade de expressão (21%). De acordo com Ana Sequeira, gerente da área de Consumo da TNS Research International e responsável pelo estudo, as comunidades virtuais oferecem às empresas uma oportunidade de interagir e gerar identificação com o consumidor. “Mas isso deve ser feito de forma sutil e não invasiva”, avisa. Um exemplo recente desse direcionamento foi a iniciativa da rede americana de café Starbucks (http://www.youtube.com/watch?v=SdSNKYzo2ag) que, por ocasião do recente terremoto no Haiti, reuniu em sua página no Facebook diversas celebridades que se propuseram a colaborar com a causa. “Foi uma forma eficaz de fazer marketing institucional sem lançar mão da propaganda direta”, analisa. Blogs, sites e fóruns O estudo da TNS constatou também que 56% dos entrevistados escrevem em blogs; 42% lêem blogs de pessoas desconhecidas; 63% comentam experiências sobre produtos e serviços e 52% acessam essas mídias para obter informações sobre o que pretendem comprar. Escrever em blogs é uma atividade diretamente relacionada às necessidades de busca de prestígio, auto-desenvolvimento e liberdade de expressão. “Reconhecer e potencializar os conteúdos desse canal, tornando o blogueiro conhecido dentro e fora da rede é uma boa oportunidade para as marcas”, ensina a pesquisadora. Para a maioria dos entrevistados (59%), a prática de consultar blogs, sites e fóruns está diretamente associada à necessidade de segurança e de controle (no sentido de gerir a vida) e também a questões de tempo e de dinheiro (38%). Outras vantagens apontadas pelos internautas são o acesso imediato a notícias relevantes, a captação de informações sobre o mercado e a possibilidade de acesso a diferentes pontos de vista sobre assuntos específicos (29%). “Monitorar os acessos às marcas e facilitar os mecanismos de busca é outra iniciativa que pode ser adotada pelas organizações”, reforça a executiva. De olho nas marcas As marcas são constantemente monitoradas pelos consumidores do universo digital. De acordo com os resultados do levantamento, 92% dos usuários de internet pesquisam sobre produtos ou serviços em sites de e-commerce ou comparam preços em websites (Mercado Livre, Busca-Pé, entre outros) e 76% procuram essas informações em fóruns ou blogs. O boca-a-boca virtual também começa a ganhar credibilidade, uma vez que 50% deles já mudaram de opinião sobre a eventual compra de um produto, baseando-se em uma avaliação negativa e 28% decidiram uma compra em função de avaliação de fóruns. Entretenimento As atividades de lazer na rede têm, para os usuários, propostas bem definidas. Elas são acessadas basicamente porque ajudam a descontrair ou fugir das mazelas do cotidiano (49%); trazem gratificação instantânea e prazer (31%) e ainda permitem explorar e misturar o mundo real com o da fantasia (24%). “Esses dados abrem caminho para a quebra de tabus e de paradigmas e para a utilização de aspectos sensoriais que surgem no ambiente online”, acrescenta Ana. Outro dado apontado no estudo é a elevada incidência (95%) de internautas que assistem vídeos (streaming) no Youtube ou no Google Vídeo e que baixam vídeos, filmes, shows de TV do iTunes ou BitTorrent (76%) ou, ainda, jogam games conectados na internet (66%). Marketing viral Conteúdos gerados por empresas ou internautas que exploram a técnica “viral” para se multiplicar podem possibilitar, aos consumidores digitais, uma experiência que tanto é capaz de provocar reações de identificação como de rejeição à propaganda. Um viral recente do chiclete Trident, (http://www.youtube.com/watch?v=Opk4kskjgYo), por exemplo, em que um consumidor faz uma experiência de transformação do produto em gelo, agrada por retratar uma situação real, cotidiana, além da novidade e ineditismo. Já outros conteúdos transgressores podem provocar repulsa, como a “falha técnica”, que foi ao ar em um canal da TV aberta, em que um apresentador de prestígio faz um comentário de mau gosto sobre os varredores de rua. “O YouTube é um excelente campo para o estudo do efeito viral de uma comunicação e dos aspectos que colaboram para isso, ou seja, é a metrificação da intensidade da identificação e da rejeição”, observa a gerente da TNS. Outro aspecto que merece atenção das empresas é entender como as pessoas se tornam agentes da disseminação viral e, a partir daí, implementar ações mercadológicas que possibilitem ao consumidor participar do processo criativo na condição de dissimulador. “O essencial é aprender a dividir com os internautas, percebê-los como co-criadores ou geradores de conteúdos, levando sempre em conta que a web ainda é um ambiente novo, tanto para o internauta quanto para as marcas”, conclui.

http://www.tnsglobal.com.br.